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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Nosso encontro de 29/09

Pessoal, já postei o replanejamento e a apresentação de hoje.  Semana que vem tem o SEPELLA no lugar da aula.  Mesmo os alunos especiais devem assistir para aprender, e se aprende muito; eu mesma faço questão de assistir a todos que eu posso.
Para a semana que vem, então, vocês vão fazer a análise de uma prova (que vocês prepararam ou de colegas, ou prova Brasil, vestibular, ENEM... enfim, qualquer prova), sob a luz da LDB e dos PCN.  Devem levar em consideração as concepções estudadas : língua, linguagem, ensino/aprendizagem, metodologias.
Podem postar em seus arquivos do blog que eu lerei. Não deixem para a outra semana, pois vai ficar apertado para mim.  Espero poder lê-los no final de semana (14, 15 e 16).  Combinado?? então, tá.
Vi essa imagem e me lembrei da sala da Márcia. Pois é, Márcia, existe coisa pior por aí....




terça-feira, 27 de setembro de 2011

Avaliação da aprendiazagem em ambiente virtual

Olá, pessoal! Preparei uma apresentação para o Seminário de quinta-feira "tecnologias e ensino de línguas"e compartilhei com vocês em nosso blog. Ainda vou apresentar, portanto, se quiserem dar palpites eu agradeço.

Abraços a todos,

Judith.

Pronto, falei! - O retorno

Imagine-se na seguinte situação: você está se sentindo mal e resolve procurar um médico para sanar o seu problema. Entra no consultório, passa por alguns exames e, em seguida, recebe o resultado: você está com uma doença grave. Para saber como se curar, pergunta ao médico qual deve ser o tratamento. Aí é que vem a surpresa: como resposta, o médico diz que você está entre os pacientes mais doentes do bimestre e lhe convida para um novo exame que acontecerá daqui a dois meses. Você ainda recebe uma bronca por não ter cuidado bem da saúde nos últimos dias, e a ameaça de que, se não se cuidar mais, correrá o risco de morrer. Podem parecer estranhos os fatos narrados até aqui, mas é quase isso que acontece com os alunos, em sala de aula, quando estão sendo “examinados” pelo professor.
Antunes (2006) comenta que, em geral, a avaliação fica somente a cargo do professor e, por isso, o aluno apenas “sofre a ação” de ser avaliado ficando reduzido à condição de mero paciente, de simples espectador da avaliação de seu estado de aprendiz. Cabe ao aluno apenas receber seus “resultados” transformados em notas que o selecionam ou o excluem.
A classificação é a função mais conhecida da avaliação escolar, porém, de acordo com Vilas Boas (2001), além de classificar o aluno, as práticas avaliativas têm, ainda, a função de promover a aprendizagem. Pensando nisso, comecei a questionar-me o que, de fato, estamos buscando quando nos propomos a avaliar nosso aluno: entregar-lhe um resultado que apenas o classifica ou utilizar a avaliação como um diagnóstico que será utilizado para desenvolver sua aprendizagem?
Para cumprir o seu papel no processo de ensino-aprendizagem, a avaliação deve ser encarada como um meio para que, como afirma Felice (1998), seja possível identificar progressos e dificuldades dos alunos. A partir deste diagnóstico, deve-se fornecer ferramentas para que tais dificuldades sejam sanadas, e não apenas utilizar-se os dados encontrados para transformá-los em notas a serem impressas em um boletim. Ensinar, segundo Luckesi (2002), significa criar condições para que o educando efetivamente entenda aquilo que se está querendo que ele aprenda. O autor ainda comenta que a atividade de avaliar caracteriza-se como um meio subsidiário da construção do resultado satisfatório.
Portanto, considero que, assim com o bom médico é aquele que, depois do exame, não apenas entrega o resultado ao paciente, mas utiliza-se do diagnóstico encontrado para iniciar o tratamento, o bom professor é aquele que, depois da avaliação, não apenas entrega o resultado ao aluno, mas utiliza-se do diagnóstico encontrado para criar ferramentas capazes de desenvolver a aprendizagem, tornando seus alunos indivíduos competentes e autônomos.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições

Na aula da semana passada, durante a discussão do livro “Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições “  (Luckesi, 2002) pude perceber como muitas vezes repetimos procedimentos ultrapassados na escola; como exemplo, temos  os rituais que envolver a avaliação escrita (as conhecidas bimestrais) quase da mesma forma que nos “tempos jesuíticos”: um momento solene.
Embora, ainda hoje, muitos professores usem a avaliação como recurso disciplinar, avaliar não é punir, é um processo que visa o desenvolvimento integral do educando e que deve envolver todos os participantes do processo educativo. Isto significa que, ao avaliar, o professor também deve se colocar em situação de avaliação.
Nossa discussão deixou ainda mais claro pra mim que o ato de avaliar é complexo e de extrema importância para o sucesso do processo de ensino-aprendizado. Por meio da autoavaliação, por exemplo, desenvolve-se a autonomia e a capacidade reflexiva.
E já estou ansiosa para continuar esta discussao nesta proxima 5feira!
Mariana Batista

domingo, 18 de setembro de 2011

Pronto, falei!


Vejam quem resolvi aparecer! Agora, já não falta mais um post bem legal (será?) do Carlúcio.

Como havia comentado na aula do dia 15/09, gostei bastante das considerações sobre avaliação feitas por Luckesi (2002), em especial os comentários presentes no capítulo VII. Neste, o autor discute “alguns encaminhamentos para uma prática docente que seja, ao mesmo tempo, crítica e construtiva”. Inevitavelmente, ao ler o texto, procurei imaginar a forma como tais informações poderiam ser-me úteis no desenvolvimento do meu projeto de pesquisa que ainda se encontra em processo de reformulação. Mesmo assim, considero que as reflexões aqui expostas, apesar de individuais, podem servir de estímulo para futuras discussões em grupo.

Lukckesi comenta que a aprendizagem deve ser ativa e inteligível e que oposto disso seria uma aprendizagem reflexa. Tal informação, considero, está ligada às concepções de linguagem que foram tema da nossa aula anterior. Isso porque, se levarmos em consideração que a aprendizagem reflexa é aquela que se baseia na fixação de súmulas de conhecimento na memória do educando que são retidas mas não compreendidas, veremos que este tipo de aprendizagem está subsidiada pela concepção de linguagem que considera a língua apenas como expressão do pensamento. A essa concepção de aprendizagem também está ligada a concepção de leitura como decodificação, já que, para reproduzir informações aleatórias que apenas respondem a uma questão proposta pelo professor, o aluno precisa apenas decodificar determinado texto sem produzir qualquer reflexão.

Ao afirmar que a aprendizagem ativa “é aquela construída pelo educando a partir da assimilação ativa dos conteúdos socioculturais”, o autor faz referência ao que ele chama de “aprendizagem intencional”. A este tipo de aprendizagem, serve de base a concepção de linguagem que considera a língua uma forma de interação. Isso porque, o aluno não mais se porta passivamente frente ao conteúdo que lhe é oferecido e passa a produzir, a partir das ferramentas adquiridas, seu próprio conhecimento. Essa é uma das capacidades desenvolvidas quando se encara o ato de ler como uma possibilidade de apreciação e réplica do leitor em relação ao texto.

Em se tratando de uma educação formativa, considero que as concepções de avaliação, linguagem e leitura devem estar intrinsecamente ligadas, pois são a base de qualquer disciplina em qualquer nível de ensino, uma vez que, independente do conteúdo a ser ministrado, a troca de conhecimento se dá, exclusivamente, por meio da linguagem.

Como estas reflexões serão publicadas em um blog, e é característica deste gênero um texto curto, encerro minhas considerações, certo de que ainda tinha muita coisa a dizer. Até a próxima aula!

sábado, 17 de setembro de 2011

Diário Reflexivo – 15/09/2011 – Avaliar e ser avaliado: dúvidas e possíveis estratégias

A aula iniciou-se com a discussão do livro do professor Luckesi. Em busca do tempo perdido, hoje acessei o site do referido professor para ler um pouco mais sobre a avaliação e tentar descobrir as melhores estratégias para que meus alunos fossem avaliados. No primeiro artigo que li, intitulado A avaliação da aprendizagem e ética tem a seguinte pergunta: “Será que nossos instrumentos de coleta de dados para a avaliação têm tido o objetivo de detectar a aprendizagem de um determinado conteúdo (informações, procedimentos e atitudes) por parte do educando ou têm tido o objetivo de detectar a capacidade do educando de desvendar enigmas?”
Tentando fazer links entre os assuntos lembrei-me da avaliação holística que a professora Maria Inês comentou em sala de aula.  Quando comecei a pesquisar a definição de holístico e encontrei: “do grego holos que significa inteiro ou todo é a ideia de que as propriedades de um sistema, quer se trate de seres humanos ou outros organismos, não podem ser explicadas apenas pela soma de seus componentes. É também chamado não-reducionismo, por ser o oposto do reducionismo. Pode ser visto também como o oposto de atomismo ou mesmo como do materialismo. Vê o mundo como um todo integrado, como um organismo. O princípio geral do holismo pode ser resumido por Aristóteles na sua obra a Metafísica: "O inteiro é mais do que a simples soma de suas partes."

Relacionei a pergunta do professor Luckesi com o conceito de holismo e me fiz a seguinte pergunta: Será que nossos critérios de avaliação não são muito reducionistas? Além disso, depois de assistir ao vídeo metodologia x tecnologia, refleti: Será que as tecnologias não estão sendo utilizadas como uma extensão da metodologia tradicional? E as avaliações nos cursos de EaD, não são meramente uma transposição do que estamos acostumados? A pergunta final é: será que as “novas tecnologias” nos dão toda a flexibilidade para realizarmos nossas atividades e sermos avaliados?

No frigir dos ovos o que ficou foi: Como avaliarei e como serei avaliada? E, afinal, o que é o novo critério de avaliação e qual o papel das "novas" tecnologias?

Um abraço,

Juliana Vilela Alves

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Encontro de 15 de setembro


Espero que todos tenham gostado do nosso último encontro.  Pena que não estavam todos.  Embora nem todos tenham lido o livro todo, o que, espero, seja a última vez que isso aconteça, todos participaram.  
Só que acredito que a participação embasada pelo texto, com reflexões da leitura feita, seja também apresentada aos colegas, usando as "novas"(????) tecnologias.  Um seminário pra valer!
Achei ótimos os links do Carlúcio, ocasionados pela reflexão do livro em relação a sua vida acadêmica e sua prática pedagógica.  Meninos que não estiveram lá: ele falou bastante naquele dia! Só falta agora ele nos enviar um post bem legal.
Como sempre, a Márcia mandou o seu diário imediatamente, com suas ótimas reflexões, que me levam a refletir também.  Embora ela não verbalize muito em sala de aula, seus diários são muito reflexivos.
Hoje coloquei essa imagem porque imagino vocês assim: em casa, bem confortáveis, refletindo sobre nossos encontros e textos e escrevendo seus diários para me mandar.  Viram? é só fazer assim!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Olá professora e demais colegas

Desculpem meu não comparecimento em nosso encontro de hoje. Estou com muita cólica. Em decorrência disto, marquei médico.


Depois posto meu diário de hoje referente às minhas leituras do livro "Avaliação da Aprendizagem Escolar" de Luckesi.

Abraços a todos

Angela Márcia

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Falando sobre avaliação...

Ao encaminhar um e-mail ontem (13/09/2011), com planilha de notas, frequência e conteúdos ministrados em uma disciplina, lembrei de nossas discussões, por isso vou reproduzir o conteúdo do e-mail para a subsidiar nossas discussões.  Segue o conteúdo do email...

Sônia e Sandra,

Finalmente, encaminho as notas, frequência e conteúdos ministrados na disciplina "Língua, linguagem e cultura".
Demorei, mas valeu a pena porque todos os alunos tiveram oportunidade de encaminhar e reelaborar atividades da disciplina.
Além disso, a maioria aprendeu a postar no blog e fazer comentários das postagens dos colegas. Outra informação: as notas e frequências já estavam lançadas na semana passada, mas havia muitos furos. A planilha parecia um queijo suíço. Bem, compartilhei a planilha como os alunos antes de enviar. Resultado: minha caixa de e-mail ficou lotada.
Uma parte era trabalhos atrasados, mas outra parte era falha minha, porque a maioria dos trabalhos foi encaminhada por e-mail em diferentes períodos. Assim pude sanar o problema de trabalhos que se perderam na caixa postal e no blog. Deu trabalho, mas foi um aprendizado  e tanto. Assim posso encaminhar os resultados de consciência tranquila.
Gostaria que vcs analisassem o seguinte caso: a aluna Daniele está sem frequência, ou seja, não assistiu a nenhuma aula do curso. Ela diz que já encaminhou um atestado. Contudo, ela se inteirou do conteúdo e dos trabalhos pelo blog e encaminhou os trabalhos, ficando com 70,0.
Eu pedi para ela que entrasse em contato com a coordenação do curso.
Há outro caso semelhante, mas a aluna encaminhou apenas parte dos trabalhos e não ficou com média. Trata-se da aluna Solani.
O arquivo do Excel possui duas planilhas: uma para nota e outra para a frequência. O conteúdo está no arquivo do Word.
O arquivo que compartilhei com os alunos está no link abaixo. E o mesmo que estou anexando neste e-mail.

André LBM


Estou aqui também


8 de setembro: André LBM escreveu:


Quando chegue para a aula, a Mariana estava falando  sobre sua leitura cujo assunto era avaliação e trabalho pedagógico a partir de critérios de trabalho com portfólio e diário reflexivo. Achei bastante interessante a sua fala. Depois a nossa a Maria Inês nos deu uma aula sobre  a importância dos valores  e da autonomia com relação a este critério.E fazendo relação à estrutura da escola, contrapondo duas épocas distintas, a partir de slides em PPT sobre os  exames do ENEN que comparava as estruturas da escola tradicional com as nossas. 
Em um dado momento da aula eu fiz a seguinte indagação: Como organizar um portfolio avaliativo, se os alunos não conseguem nem organizar um caderno de anotações? Essa questão rendeu alguma discussões, ma o que ficou para mim é que APESAR dos obstáculos estruturais não podemos deixar de insistir neste caminho, a que tudo indica "sem volta" (será?). 
Junto a isso, a cobrança para movimentarmos este blog!!!!!!!!
Concluindo: os percalços da avaliação, assim como seus resultados (positivos  e negativos) estão atravessados pala questão que discutimos em aula. Ou seja, a questão da CRENÇA. 
Anotações
METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUAS (Leffa - texto)
Aula 4 texto do luckesi  (Seminário - livro todo)

terça-feira, 13 de setembro de 2011

ONDE ESTÃO VOCÊS????

Não sei por que, mas parece que o blog “não pegou”, da mesma forma que algumas leis no Brasil...
Todos os dias eu olho pra ver se há algum comentário novo, postagens ou links, mas parece que alguns preferem mesmo o velho email (velho, olha só eu, parecendo mais moderna do que nunca!).
Tenho tido excelentes interações com a Ângela, Judith e Márcia, o que me deixa bem satisfeita, pois suas reflexões também me levam a refletir, e temos dialogado bastante.  Talvez seja interessante socializar alguns desses comentários, se as autoras permitirem.  É que uma coisa puxa a outra e, com isso, podemos perceber como as inquietações são as mesmas e como vamos nos conscientizando de algumas atitudes e hábitos, antes automáticos.  
Estou querendo mais saber compartilhado.  Para isso, basta vocês comentarem ou postarem mais no nosso blog.
                                    

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Nosso encontro de 01 de setembro

Olá, todos! olha só a minha carinha de felicidade :
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É porque hoje, com a sala cheia, e todos os nossos comentários, achei que tivemos um bom encontro.  Mesmo não tendo trabalhado tudo que estava planejado, achei muito produtiva a discussão sobre o plano de avaliação e o portfolio.  Foi bom percebemos o empenho de cada um em encontrar um novo modo de avaliar e novas perspectivas para o nosso plano de avaliação. 
Vocês sabem que me empolga a participação e me emociona ver vocês, professores que lidam com crianças e adolescentes, pois eu acho muito mais difícil trabalhar com o ensino fundamental do que com o ensino superior.  O estudante da graduação já está mais capacitado e o da pós-graduação, então, nem se fala, pois sabe o que quer e tem interesse em fazer o que faz. 
Vou postar nos documentos do google as apresentações (estou meio envergonhada de postar essas apresentações, pois elas são examente como a Mariana disse: transposição daquilo que poderia passar no quadro).  Mas tudo bem; ainda sou jovem, e tenho certeza de que, ao final desse curso, estarei melhor instrumentalizada para fazer apresentações mais "novas tecnologias"...
Boa semana para vocês.         


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